De volta! Peça “O quê?!”, em agosto no MuBE
Sinopse: Surpreendente do início ao fim, o espetáculo “- O Quê?!” mostra que a História do Brasil é uma comédia?! O enredo se passa durante a ditadura militar e relaciona os fatos que marcaram a História do Brasil com a vida fictícia dos personagens. Situações hilárias se sucedem, culminando na FINAL da COPA de 70. E, quando a história parece ter uma conclusão:
“- O Quê?! ”… o que parece ser um final lógico, pode não ser…
Release: Surpreendente do início ao fim, o espetáculo “- O Quê?!” mostra que a História do Brasil é uma comédia?! Outubro de 1968. Em São Paulo a ditadura aperta o cerco, a censura aumenta e a oposição não é tolerada sob nenhuma forma. Neste clima de muita tensão, em meio a um confronto real ocorrido no dia 2 de outubro de 1968, na rua Maria Antônia, entre os estudantes de esquerda da Filosofia da USP e os de direita do Mackenzie, começa um grande amor proibido entre Almir e Clarice. Mas Almir vai usar de todas as artimanhas, peripécias e confusões possíveis para que este amor se concretize.
O enredo tem como cenário vários fatos reais ocorridos nesta época: além do confronto dos estudantes na Maria Antônia; o congresso da UNE no sítio Murundu, em Ibiúna, com a prisão dos líderes do movimento estudantil; o seqüestro do embaixador americano; O decreto do AI-5, entre outros, até culminar na final da Copa de 70.
Com a participação de personalidades da época (como o presidente Costa e Silva; os líderes estudantis José Dirceu e Luis Travassos; os professores da Usp Florestan Fernandes, Fernando Henrique e Emília Viotti, entre outras) como personagens ocultos, que não aparecem, mas conversam com os personagens fictícios da trama e com a participação direta de Carlos (pai de Clarice) e Flávia (militante estudantil), situações conflitantes, embaraçosas, hilárias e inesperadas se sucedem na apuração dos fatos e, quando a história parece ter uma conclusão:
“– O quê?!” – todos se surpreendem com o rumo dos acontecimentos e, o que parece ser um final lógico, pode não ser…
“– O quê?!” – até o título é surpreendente!!!
Objetivo da Companhia
Através da produção de montagens que tragam reflexões, que sejam instrumentos para a disseminação da cultura no Brasil e que traduzam a vida, a história e as aspirações dos homens, passar nossa mensagem fazendo com que os espectadores consigam rever o passado para compreender o presente e melhorar o futuro.
Justificativa do Projeto
Propusemos este projeto para poder informar e levar diversão com conteúdo para o público de um país que carece tanto de cultura e lazer.
O humor é a melhor forma de dizer a verdade às pessoas.
A arte é a representação da vida e a sua função é entreter, fazer olhar para si mesmo e refletir, mesmo de forma bem-humorada, sobre quem somos e como vivemos. O papel do teatro é o de colocar a vida no palco para podermos observá-la mais atentamente.
E o objetivo da Cia Teatral Pinguém é Nerfeito, neste projeto, não é nostálgico nem panfletário. É simplesmente mostrar, de uma forma diferente, utilizando o senso de humor, como os fatos históricos e as personalidades da época atingiram o cotidiano das pessoas e modificaram a nossa história, gerando uma reflexão sobre a sociedade atual desde a sua origem mais direta. Utilizar o riso, a diversão e o entretenimento do público como forma de assimilar um conteúdo: rir, se divertir, aprender e refletir ao mesmo tempo.
Enfim: Rever o passado para compreender o presente e melhorar o futuro.
Ficha Técnica:
Cia. Teatral Pinguém é Nerfeito
Texto e Direção: Leandro Baião
Produção: Patrícia Mayer e Leandro Baião
Cenografia: Ariane Sá
Iluminação e vídeos: Leandro Baião
Com Fernanda Fazzi, Henrique Canales, Leandro Baião e Mia Scozzafave









