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De volta! Peça “O quê?!”, em agosto no MuBE

11, agosto, 2010 Sem comentários

Sinopse: Surpreendente do início ao fim, o espetáculo “- O Quê?!” mostra que a História do Brasil é uma comédia?! O enredo se passa durante a ditadura militar e relaciona os fatos que marcaram a História do Brasil com a vida fictícia dos personagens. Situações hilárias se sucedem, culminando na FINAL da COPA de 70. E, quando a história parece ter uma conclusão:

“- O Quê?! ”… o que parece ser um final lógico, pode não ser…

Release: Surpreendente do início ao fim, o espetáculo “- O Quê?!” mostra que a História do Brasil é uma comédia?! Outubro de 1968. Em São Paulo a ditadura aperta o cerco, a censura aumenta e a oposição não é tolerada sob nenhuma forma. Neste clima de muita tensão, em meio a um confronto real ocorrido no dia 2 de outubro de 1968, na rua Maria Antônia, entre os estudantes de esquerda da Filosofia da USP e os de direita do Mackenzie, começa um grande amor proibido entre Almir e Clarice. Mas Almir vai usar de todas as artimanhas, peripécias e confusões possíveis para que este amor se concretize.

O enredo tem como cenário vários fatos reais ocorridos nesta época: além do confronto dos estudantes na Maria Antônia; o congresso da UNE no sítio Murundu, em Ibiúna, com a prisão dos líderes do movimento estudantil; o seqüestro do embaixador americano; O decreto do AI-5, entre outros, até culminar na final da Copa de 70.

Com a participação de personalidades da época (como o presidente Costa e Silva; os líderes estudantis José Dirceu e Luis Travassos; os professores da Usp Florestan Fernandes, Fernando Henrique e Emília Viotti, entre outras) como personagens ocultos, que não aparecem, mas conversam com os personagens fictícios da trama e com a participação direta de Carlos (pai de Clarice) e Flávia (militante estudantil), situações conflitantes, embaraçosas, hilárias e inesperadas se sucedem na apuração dos fatos e, quando a história parece ter uma conclusão:

“– O quê?!” – todos se surpreendem com o rumo dos acontecimentos e, o que parece ser um final lógico, pode não ser…

“– O quê?!” – até o título é surpreendente!!!

Objetivo da Companhia

Através da produção de montagens que tragam reflexões, que sejam instrumentos para a disseminação da cultura no Brasil e que traduzam a vida, a história e as aspirações dos homens, passar nossa mensagem fazendo com que os espectadores consigam rever o passado para compreender o presente e melhorar o futuro.

Justificativa do Projeto

Propusemos este projeto para poder informar e levar diversão com conteúdo para o público de um país que carece tanto de cultura e lazer.

O humor é a melhor forma de dizer a verdade às pessoas.

A arte é a representação da vida e a sua função é entreter, fazer olhar para si mesmo e refletir, mesmo de forma bem-humorada, sobre quem somos e como vivemos. O papel do teatro é o de colocar a vida no palco para podermos observá-la mais atentamente.

E o objetivo da Cia Teatral Pinguém é Nerfeito, neste projeto, não é nostálgico nem panfletário. É simplesmente mostrar, de uma forma diferente, utilizando o senso de humor, como os fatos históricos e as personalidades da época atingiram o cotidiano das pessoas e modificaram a nossa história, gerando uma reflexão sobre a sociedade atual desde a sua origem mais direta. Utilizar o riso, a diversão e o entretenimento do público como forma de assimilar um conteúdo: rir, se divertir, aprender e refletir ao mesmo tempo.

Enfim: Rever o passado para compreender o presente e melhorar o futuro.

Ficha Técnica:

Cia. Teatral Pinguém é Nerfeito

Texto e Direção: Leandro Baião
Produção: Patrícia Mayer e Leandro Baião
Cenografia: Ariane Sá
Iluminação e vídeos: Leandro Baião
Com Fernanda Fazzi, Henrique Canales, Leandro Baião e Mia Scozzafave

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Estréia 15/08: ABOIO – CONTO DE AMOR

10, agosto, 2010 Sem comentários

Texto e direção: Mauricio Lencasttre.
Com: Gherardo Gepp e M.Stipp.

O ator e diretor estreia como autor com uma “Play Gay “, livremente inspirada no conto “O Segredo de Brokeback Montain” da autora canadense Annie Proulx, que deu origem ao filme, que ganhou quatro Globos de Ouro e três oscars.

A peça é resultado de uma pesquisa, que durou dois anos, onde  o autor  viajou para diversas cidades do interior do estado buscando elementos humanos e comportamentais dos vaqueiros, para construção da dramaturgia.

A realidade dos vaqueiros do Texas é trazida para a vivência brasileira.

O autor se concentrou na intensidade do sentimento dos personagens evidenciando o relacionamento com fragilidade por falta de uma determinação da opção sexual.

O espetáculo traz a história entre dois vaqueiros, que vivem um conflito de identidade ao não aceitar o seu relacionamento homossexual, que em um fim de tarde após um exaustivo dia de trabalho decidem o futuro de seu relacionamento de amor.

A concepção do espetáculo será totalmente minimalista com fundo preto e poucos objetos em cena valorizando o trabalho dos atores e da trama do texto. A iluminação será toda pontuada com pequenos refletores e fogo.

Aboio: Canto sem palavras, triste, entoado pelos vaqueiros quando conduzem o gado, com o fim de guiá-lo.

A trilha será toda tocada ao vivo por violões e gaita, trazendo o clima dos encontros dos peões em um fim de dia de trabalho.

MAURICIO LENCASTTRE

Ator e diretor, participou durante dois anos do grupo Pagu Teatro Dança

coordenado por Carmem Paternostro, onde atuou no espetáculo “Lulu- A Caixa de

Pandora”, de Frank Wedeking ao lado de Luís Mello.

Atuou no espetáculo “A Bela e A Fera” ao lado de Laura Cardoso, recebendo a

indicação de melhor ator do prêmio APETESP.

Atuou na peça “O Que o Mordomo Viu” de Joe Orton, ao lado de Jandira Martini com direção de Flavio Rangel.

Atuou em “Uma Lição Longe Demais” d e Zeno Wilde com Aldine Muller.

Em 94 funda a Cia. dos Insights, que estréia como diretor no espetáculo “Beckett in

White” que teve no elenco Alessandra Negrine e Sandra Corveloni.

Seus principais  trabalhos como diretor são: “Pavilhão Japonês”, de Otavio Frias Filho “Uma Lição Longe Demais”, de Zeno Wilde, “Homens de Papel” de Plinio Marcos e “Detenção”, inspirado no massacre do Carandirú.


MUBE – Av. Europa, 218 (Entrada pela Rua Alemanha221) Jardim Europa, região oeste, tel. 8077 8025, 192 lugares. Domingos 20hs. Até 28/11.

Ingressos R$ 60,00

Não recomendado para menores de 14 anos.

Drama

70 min.

“O quê?!”, da Cia Teatral Pinguém é Nerfeito, estréia no Auditório do MuBE em São Paulo

23, abril, 2010 Sem comentários

Fatos e personalidades reais do final dos anos 60 são tratados com humor e descontração, nesta comédia romântica de Leandro Baião.


Sinopse completa

Outubro de 1968. Em São Paulo a ditadura aperta o cerco, a censura aumenta e a oposição não é tolerada sob nenhuma forma. Neste clima de muita tensão, em meio a um confronto real ocorrido no dia 2 de outubro de 1968, na rua Maria Antônia, entre os estudantes de esquerda da Filosofia da USP e os de direita do Mackenzie, Almir conhece Clarice. A partir daí começa uma sucessão de fatos inesperados e surpreendentes.

O enredo tem como base vários fatos reais ocorridos nesta época: além do confronto dos estudantes na Maria Antônia, o congresso da UNE no sítio Murundu, em Ibiúna, com a prisão dos líderes do movimento estudantil, o seqüestro do embaixador americano, o decreto do AI-5, entre outros, até culminar na final da Copa de 70. Personalidades reais da época também ajudam a contar a história, como personagens ocultos: o presidente Costa e Silva; os líderes estudantis José Dirceu e Luis Travassos; professores da USP,entre outros e com a participação direta de personagens fictícios: Carlos (pai de Clarice) e Flávia (militante estudantil), situações conflitantes, embaraçosas, hilárias e inesperadas se sucedem na apuração dos fatos e, quando a história parece ter uma conclusão:“– O quê?!” – todos se surpreendem com o rumo dos acontecimentos e, o que parece ser um final lógico, pode não ser.

A Cia Teatral Pinguém é Nerfeito

Criada em 2001 por Leandro Baião, a Cia Teatral Pinguém é Nerfeito conta com nova formação desde 2008. Foi pensando no sucesso da peça em anos anteriores e nos 40 anos da copa de 70 que o grupo leva novamente “- O quê?!” para os palcos: a peça já foi encenada na capital e reflete a experiência com o movimento estudantil e a história do mesmo que o diretor Leandro Baião teve durante sua participação no movimento quando estudante da PUC-SP: “Os estudos para o desenvolvimento das peças são sempre baseados em comportamentos que vemos no dia a dia, desta forma, levamos ao público uma realidade próxima dele”, como diz Leandro Baião.

A Cia tem em seu histórico os espetáculos: “Era Uma Vez nos Anos 50″ de Domingos de Oliveira, direção Juçara Morais (2001), “O Beijo no Asfalto” de Nelson Rodrigues, direção Samir Signeu (2001), “Bailei na Curva” de Júlio Conte, direção Mônica Granndo (2002), “Um Grito Parado no Ar” de Gianfrancesco Guarnieri, direção Samir Signeu (2002), O quê?!” de Leandro Baião, direção Leandro Baião (2005 – Teatro dos Arcos/São Paulo e 2010 – FRINGE Curitiba – Teatro UNINTER).

Peça: “O quê?!”

Temporada: de 02 de abril a 25 de junho de 2010 – sextas às 21h
Local: Auditório do MuBE – Av. Europa, 218 – Jd. Europa – tel. 2594-2601
Ingressos: inteira – R$30,00 / meia-entrada – R$15,00


Ficha Técnica

Texto e direção: Leandro Baião
Elenco: Affonso Lobo, Leandro Baião, Luana Escobar e Tatiana Marigo
Produção executiva: Tatiana Marigo
Designer gráfico: Neto Villar
Cenografia e figurinos: O grupo
Painéis: Ariane Sá
Concepção de som, luz e vídeos: Leandro Baião
Operação de som e vídeos: Bernardino Neto
Estagiárias: Gabriela Pelliccia, Julia Spindel, Sofia Mendes e Thaís Gracia
Faixa etária recomendada: 12 anos
Duração: 80 minutos
Gênero: Comédia